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    <title>DSpace Collection: Apresenta cenários e tendências macroeconômicas, sobretudo com foco no Nordeste e estados pertencentes à área de atuação do Banco do Nordeste</title>
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    <description>Apresenta cenários e tendências macroeconômicas, sobretudo com foco no Nordeste e estados pertencentes à área de atuação do Banco do Nordeste</description>
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    <dc:date>2026-07-31T18:21:54Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 86, jul. 2026 (Indústria)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 86, jul. 2026 (Indústria)
Authors: BARROSO, Liliane Cordeiro
Abstract: O avanço industrial no Nordeste, de 0,6% no acumulado de janeiro a maio de 2026, foi concentrado setorialmente e espacialmente, pois refletiu o crescimento de poucos segmentos e de um único estado da Região, Pernambuco (14,9%). Esse resultado dependeu, em grande parte, do desempenho do setor de refino e biocombustível (5,1%), que tem sido determinante para a dinâmica industrial do Nordeste e de seus estados, seja positiva, seja negativamente.</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 85, jul. 2026 (IBC NE)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 85, jul. 2026 (IBC NE)
Authors: MENDES JUNIOR, Biagio de Oliveira
Abstract: Projeções da LCA Consultores apontam para crescimento de 2,0% para o Brasil em 2026, sendo o setor de serviços 2,1%, indústria 2,0% e Agropecuária 1,2%.</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 84, jul. 2026 (Desempenho Fiscal Estados)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 84, jul. 2026 (Desempenho Fiscal Estados)
Authors: MENEZES, Adriano Sarquis Bezerra de
Abstract: O desempenho orçamentário dos estados nordestinos no segundo bimestre de 2026 foi marcado por crescimento real generalizado das receitas e despesas, mas com predomínio de expansão mais rápida do gasto. Em média simples, as receitas correntes cresceram 8,8%, e as despesas, 11,2%. Os principais sinais de alerta concentraram-se na Paraíba, devido à forte aceleração das despesas e compressão do resultado primário, e no Rio Grande do Norte, que combinou elevada rigidez de gastos com pessoal e encargos sociais com déficit primário, constituindo o quadro mais vulnerável entre os estados nordestinos. O Ceará manteve resultado primário positivo, mas registrou redução significativa em relação a 2025, com despesas crescendo acima das receitas, enquanto os estados da Bahia e Sergipe também apresentaram desaceleração relativa da folga fiscal, embora tenham preservado superávits primários.</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 83, jul. 2026 (Desempenho Fiscal União)</title>
    <link>s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2458</link>
    <description>Title: Ano 2, n. 83, jul. 2026 (Desempenho Fiscal União)
Authors: MENEZES, Adriano Sarquis Bezerra de
Abstract: No acumulado de 2026, até maio, o déficit do Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) chegou a 44,4 bilhões, refletindo a expansão mais intensa de gastos, que evoluiu em ritmo superior ao crescimento das receitas. Esse resultado foi decorrente do aumento expressivo das despesas públicas, notadamente nas rubricas de Benefícios Previdenciários, por conta do aumento do número de beneficiários do RGPS e do reajuste do salário-mínimo, e Despesas Discricionárias, especialmente dos gastos nas funções Saúde (R$ 12,1 bilhões), Educação (R$ 1,3 bilhão) e Demais Funções (R$ 2,0 bilhões). A dívida do setor público consolidado – que compreende Governo Federal, INSS e governos estaduais e municipais – atingiu 81,1% do PIB (R$10,6 trilhões) em maio de 2026, com um aumento de 0,9 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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